Novo RG 2022: Confira com tirar a 2ª via do documento sem pagar nada.


Em geral, para pegar a segunda faixa do registro geral (RG) em caso de perda, os cidadãos precisam arcar com custos que variam de R$26 a R$96. Por outro lado, se houver roubo ou furto, a vítima pode executar o boletim de ocorrência para obter um novo documento completamente gratuito.


Quem precisar renovar a Carteira Nacional de Identidade (CIN) a partir de agosto poderá obter a nova versão do documento dependendo do estado. Isso porque, a partir do dia 4 do próximo mês, Minas Gerais, Pernambuco, Acre, Goiás, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal começarão a emitir a versão atualizada do documento.


Quem é o propósito grátis da versão do RG?


A isenção da cobrança para a segunda faixa de RG é garantida em:


  • Caso de roubo de documento, sendo necessário apresentar um boletim de ocorrência (B.O) no prazo de 30 dias;
  • Quando o documento tiver sido danificado ou extraviado por desastres naturais;
  • No caso de mulheres com mais de 60 anos e homens com mais de 65 anos;
  • Cidadãos vivendo em situação de pobreza ou extrema pobreza, na apresentação do número de identificação social (Shekel);
  • No caso do erro de digitação, desde que seja encontrado dentro de 90 dias.

Uma solicitação para uma nova via do documento deve ser apresentada nos seguintes órgãos: unidades do Poupatempo, Secretaria de Segurança Pública ou Polícia Civil. Durante a inscrição, são necessários dois 3×4, CPF, certidão de nascimento ou certidão de casamento (se esse for o caso).

 

Versão atual x versão digital


O novo RG será oferecido à população de duas formas: física e digital. O modelo impresso garantirá o acesso à versão digital on-line através do código QR. Por outro lado, o acesso ao RG digital também estará disponível por meio de um aplicativo do governo federal.


A versão digital só será lançada quando a versão física do RG for submetida. A novidade é que o documento será aceito nos centros de imigração nos países do Mercado Comum dos países do Cone Sul por causa da implementação da Lei MRZ, que é a mesma que o usuário nos passaportes.

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