Ministro da Economia Paulo Guedes confirma a prorrogação do novo auxílio emergencial por mais 3 meses; Veja

Imagem: Reprodução/Google



O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou a prorrogação do auxílio emergencial por mais três meses. Agora, o cronograma de pagamentos que antes se encerraria em julho, será finalizado em outubro.


No entanto, a quantidade exata de parcelas extras ainda deve receber o aval do presidente da República, Jair Bolsonaro, em parceria com o ministro da Cidadania, João Roma. Juntos, eles irão tomar a decisão de acordo com a base de dados da pasta competente.
 


Informações do Ministério da Saúde sobre o ritmo da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil também serão consideradas. Isso porque, este foi um dos argumentos apresentados ao mencionar a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial. 


Quanto mais brasileiros forem imunizados contra a doença, mais serão as chances de um retorno seguro ao mercado de trabalho. E consequentemente, o cenário econômico do país terá melhorias gradativas. 


Ao analisar o ritmo da vacinação de algumas unidades federativas que têm se posicionado à frente no esquema vacinal, o Governo Federal espera que, se toda a população adulta foi imunizada até o fim do mês de setembro, será preciso prorrogar o auxílio emergencial apenas por mais dois meses.
 


Por outro lado, se a vacinação dos brasileiros com idade igual ou superior a 18 anos for concluída somente no fim do mês de outubro, isso implicaria na prorrogação por mais três meses. No geral, esta é a estimativa geral apresentada ainda na última semana.


Assim que o auxílio emergencial de 2021 realmente for finalizado, o Governo Federal poderá lançar o novo Bolsa Família. Este também é um dos motivos pelo qual se estudou a prorrogação do auxílio emergencial, tendo em vista que o texto de reformulação do novo programa de transferência de renda ainda não foi concluído. 


As parcelas extras do benefício serão capazes de amparar a população brasileira em situação de vulnerabilidade social em meio a uma possível terceira onda da Covid-19 em território brasileiro.
 


Apesar de o Brasil estar cumprindo o calendário de vacinação que, até mesmo, tem sido antecipado em algumas localidades, neste domingo, 13, o Brasil voltou a se aproximar da margem de duas mil mortes por dia. Enquanto isso, apenas 11,7% da população já recebeu as duas doses da vacina.


É importante mencionar que apesar da expectativa de muitos brasileiros, o Governo Federal através do Ministério da Cidadania não abrirá novas inscrições para a prorrogação do auxílio emergencial.


Além do que, os valores pagos permanecem os mesmos: R$ 150 para quem mora sozinho; R$ 250 para o chefe do grupo familiar; e R$ 375 para as mães solteiras chefes de famílias monoparentais. 


A prorrogação do auxílio emergencial será custeada pelo saldo da rodada atual. Esta sobra é proveniente das avaliações mensais responsáveis pela inclusão ou exclusão de beneficiários, que resultaram em R$ 11 bilhões que se encontram “parados” nos cofres da União.


Este montante, junto a um crédito extraordinário de R$ 7 bilhões, serão capazes de financiar as parcelas extras.

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