Novo programa BIP criado pelo Ministro de Paulo Guedes para gerar emprego e renda; Conheça o programa.

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Paulo Guedes, ministro da Economia, voltou a prometer novas medidas para flexibilizar o mercado de trabalho e os trabalhadores informais. Além dos programas BIP e BIQ (Bônus de Inclusão Produtiva e Qualificação), o ministro também falou sobre a pasta verde e amarela focada na formalização dos informais.


"Estamos até estudando imposto de renda negativo. Estamos desenvolvendo uma família de produtos para flexibilizar o mercado de trabalho e enfrentar o desemprego em massa de frente", disse Guedes em evento do BTG Pactual.


Segundo Guedes, as empresas já se interessaram em aderir ao BIP e ao BIQ. Programas que poderiam gerar, de acordo com projeções do governo, cerca de 2 milhões de novos empregos em poucos meses.


"Algumas empresas já estão conversando conosco e uma já pediu 20 mil e outras 30 mil. Muita gente querendo. É um sistema de treinamento e qualificação durante o trabalho. Nesse trabalho, vamos para a carteira verde e amarela, para enfrentar o problema do desemprego informal", disse.


O ministro voltou a elogiar o BEm, programa criado para manter os empregos por meio de acordos de redução salarial e suspensão de contratos. A equipe econômica diz que o programa conseguiu preservar 11 milhões de empregos no ano passado.


Guedes também tem saldo positivo de geração de empregos formais no último mês.


Ele foi novamente a favor da ideia de usar dinheiro das vendas estatais para expandir programas sociais. E até mesmo para criar um novo programa de distribuição de renda.


"Se eu vender uma empresa estatal, eu reduzo a dívida pública. Só que ninguém tem incentivo para vender. Que tal distribuir 20% para os mais pobres. Se você puder pensar em melhorar a distribuição da riqueza, talvez isso melhore o interesse em vender."


Crescimento de 5%

Guedes disse, sem mencionar um ano específico, um crescimento de 5% na economia brasileira e o impacto disso para uma redução dos gastos previdenciários.


"O Brasil vai crescer 5% e você vai ver o ganho que vai ser na seguridade social, porque está programado, para quando o Brasil crescer, um ganho importante lá".