Beneficiários do Bolsa Família recebe a 1ª parcela do novo Auxílio Emergencial em abril.

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Conforme previsto pelo Ministério da Cidadania após aprovação da PEC Emergencial, o programa Bolsa Família paga a 1ª parcela do novo auxílio emergencial em abril.
 

Sendo assim, os beneficiários do programa de transferência de renda do Governo Federal, serão contemplados pela nova rodada do auxílio emergencial a partir do dia 16 de abril.


O valor das parcelas irá variar entre R$ 150,00, R$ 250,00 e R$ 375,00, que serão pagos com base no último dígito do Número de Identificação Social (NIS). 


Embora o cronograma oficial de pagamento do novo auxílio emergencial ainda não tenha sido divulgado, o Ministério da Cidadania declarou que os critérios de depósitos seguirão o modelo inicial, ou seja, de modo escalonado nos últimos dez dias úteis do mês.


O novo auxílio emergencial será pago em quatro parcelas entre os meses de abril a julho, destinado exclusivamente para as famílias de baixa renda.


O valor mensal do novo auxílio emergencial será em média de R$ 250,00 direcionados a apenas um membro do grupo familiar em situação de vulnerabilidade social.


Vale ressaltar que, seguindo os mesmos requisitos do plano original, as mulheres chefes de famílias monoparentais terão direito a um valor superior. 


Embora a quantia ofertada desta vez não seja o dobro do valor liberado para a população geral, as mães solteiras ainda serão contempladas com uma cota superior, na margem de R$ 375,00, que equivale ao teto do benefício. Enquanto isso, os beneficiários que moram sozinhos receberão R$ 150,00.

 

Mais detalhes serão apresentados apenas na Medida Provisória, como por exemplo, os requisitos que dão direito ao auxílio emergencial, renda per capita de meio salário mínimo, ou seja, R$ 550,00 e renda familiar de até três salários mínimos, R$ 3.300,00, entre outros dados. 


A assinatura do texto ficará na responsabilidade do Ministério da Cidadania através da Advocacia-Geral da União (AGU) e Controladoria da União (CGU).


Vale mencionar que a PEC determinou um teto de R$ 44 bilhões para custear a nova etapa do auxílio emergencial, além de autorizar a contratação temporária de servidores para auxiliar nos pagamentos.


Na oportunidade, a pasta ressaltou que, “o objetivo é atenuar o sofrimento de tantas pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e passam por dificuldade nesse momento de pandemia. O Ministério da Cidadania está empenhado, com prioridade máxima, para executar e fazer chegar aos brasileiros esses recursos públicos”, reforçou. 


Auxílio emergencial em 2020

Criado no mês de março de 2020 pelo Congresso Nacional, diante da urgência resultante dos impactos socioeconômicos causados pela pandemia da Covid-19, o auxílio emergencial começou a ser pago no mês de abril.


Primeiramente foram disponibilizadas três parcelas no valor de R$ 600,00 para o público geral, com exceção do caso específico das mães solteiras provedoras de famílias monoparentais, as quais tiveram direito ao benefício no valor de R$ 1.200,00.


Neste período, as pastas competentes se mobilizaram e aprovaram a prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses, seguindo a mesma proposta. 


Desta forma, durante este período de cinco meses, cada família brasileira estava autorizada a receber até duas cotas do auxílio emergencial. Sendo uma referente à mãe chefe de família junto a outro membro desempregado, totalizando a quantia de R$ 1.800,00.
 


Posteriormente, ao observar e analisar com cuidado, notou-se que a situação da pandemia no país ainda não havia tido nenhuma evolução, decidiu-se prorrogar o benefício mais uma vez.


Concedendo o auxílio emergencial residual em quatro parcelas no valor de R$ 300,00, sendo que as mães chefes de família monoparental tiveram direito a receber a quantia dobrada, ou seja, R$ 600,00.