Atenção! Governo Antecipa 13° do INSS e PIS/PASEP para movimentar R$57 BILHÕES na economia

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Como aconteceu no ano passado, o governo federal estuda a possibilidade de antecipar o 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A medida garantiu uma injeção de R$ 57 bilhões na economia, além de trazer a possibilidade de mudança no cronograma de outro grupo.


A antecipação do calendário também se aplicaria aos trabalhadores com carteira assinada que ganham até dois salários mínimos, ou seja, aqueles com direito ao PIS/PASEP.


A medida seria tomada para garantir os efeitos negativos como resultado da crise pandêmica do novo coronavírus.


A antecipação do 13º salário para o INSS depende de uma definição sobre o cronograma de pagamento. Cada parcela do benefício seria uma injeção de R$ 25 bilhões na economia, segundo o jornal O Estado de S. Paulo.


Segundo o UOL, a antecipação no INSS e o abono salarial, funcionaria como um fôlego enquanto outros auxílios não são liberados pelo governo, como a emergência. A economia busca formas de se recuperar sem deixar a população desassisto.


Governo busca alternativas para salvar a economia

O auxílio emergencial, por exemplo, depende da aprovação e oficialização do governo, que já forneceu algumas informações sobre o que pretende fazer para fazer a prorrogação funcionar sem romper o teto de gastos – embora o Orçamento de 2021 ainda não tenha sido definido.


A alternativa seria reduzir o valor das parcelas para R$ 250 – a menor parcela para 2020 foi de R$ 300. A proposta de oferecer o dobro do valor para mulheres solteiras não seria renovada. Ou seja, todos receberiam o mesmo valor, sem distinção.


Outro ajuste seria no número de beneficiários. Enquanto em 2020, cerca de 60 milhões de pessoas tiveram acesso ao auxílio, apenas 40 milhões poderiam receber a prorrogação. A definição foi traçada de acordo com o cruzamento de 11 bases de dados do governo federal, ainda não divulgadas.


O que não seria alterado, no entanto, seria a forma de pagamento, que continuaria sob responsabilidade da Caixa Econômica Federal.


As novas parcelas seriam creditadas através do aplicativo Caixa Tem, disponível gratuitamente para dispositivos eletrônicos com sistema operacional Android e iOs, em calendário definido pelo Ministério da Cidadania.