INSS terá método para zerar filas de auxílios no atendimento; Veja como vai funcionar.

Imagem: Reprodução / Google

O acordo entre a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) promete acabar com a fila de espera do usuário pelos benefícios da Previdência Social.

O acordo foi assinado na última segunda-feira (16) e entre as medidas está a aceitação do prazo. 


Um dos objetivos é a perícia médica do primeiro reconhecimento para que o beneficiário possa dar continuidade ao processo de direitos previdenciários, o próximo ocorreu no prazo de 45 dias logo após a nomeação. 


Portanto, o prazo também envolve a análise de pedidos feitos pelo segurado, como auxílio-doença (com prazo de 45 dias), salário maternidade (até 30 dias) e pensão por morte (até 60 dias). 


Se for necessário deslocar o servidor de outras agências para prestar serviços ao usuário (classificado como um caso de "disposições difíceis)." 


Além disso, um dos acordos feitos é que eles também têm um prazo para cumprir as decisões do Judiciário com bons resultados. Para dar ao público acesso aos benefícios. Portanto, vale a pena considerar o prazo a partir da data da intimação do INSS.


Dessa forma, a promotoria, que questiona a demora na análise do pedido, será suspensa. Agir no Supremo Tribunal Federal (STF)


De fato, caso o acordo não cumpra, o INSS terá um prazo de 10 dias para analisar o pedido administrativo através do centro de atendimento de emergência unificado do prazo. 


Inss

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sofreu uma mudança no serviço nas últimas semanas. Na segunda-feira (16) e começou o serviço de longa distância. Neste caso, a teleprática só está disponível para auxílio-doença. 


Por isso, o serviço trabalha com funcionários e médicos, empresas e vice-versa, especialistas do INSS. 


Anteriormente, a agência havia suspendido os cuidados um-a-um devido a um surto do novo vírus corona. E após o retorno, a perícia médica foi interrompida porque peritos alegaram que não havia inspeção sanitária para comprovar as condições para a retomada das atividades um-a-um.


Como resultado, a incapacidade de repasse entre INSS e profissionais médicos terminou na Justiça, e o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu que o INSS estabelecesse protocolos para a realização de perícias médicas por telemedicina. 

(Agendamento Online)

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