Planos de saúde voltam a cobrar reajuste a partir de 2021; veja QUANTO você vai pagar

Imagem: Google

A cobrança de reajustes anuais e de idade dos planos de saúde, que estava suspensa desde agosto devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), será cobrada novamente e deverá ser paga em 12 parcelas iguais e sucessivas.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) também determinou que os valores sejam esclarecidos nos boletos das operadoras a partir de janeiro de 2021.


O Conselho de Administração (Dicol) da ANS também definiu os reajustes máximos que poderão ser cobrados para os planos individuais, com contratos a partir de 2 de janeiro de 1999, ou adaptados à Lei nº 9.656/98 e, aos planos anteriores a esta legislação, com ajuste regulado por termos de compromisso.


Em 21 de agosto deste ano, a ANS suspendeu os ajustes devido ao cenário de dificuldades que o consumidor enfrentou devido à crise econômica causada pela pandemia e pelo cenário de redução do uso dos serviços de saúde nesse período.


A suspensão do aumento no caso do reajuste anual por variação de custos beneficiou 20,2 milhões de beneficiários (51% do total).


5,3 milhões de beneficiários não apresentaram aumento nas correções para a mudança de idade, o que significa 100% do total. Contratos antigos, antes ou não adaptados à Lei nº 9.656/98, não tinham direito à suspensão dos reajustes.


Percentual máximo

O percentual máximo de reajuste é fixado em 8,14% e é válido de maio deste ano a abril de 2021 para todos os planos individuais ou familiares a partir de janeiro de 1999, ou adaptado à Lei nº 9.656/98. 17% do total de beneficiários em planos de saúde (cerca de 8 milhões de clientes) estão sujeitos a esta aplicação.


"O índice é o máximo que pode ser aplicado pelas operadoras: eles podem aplicar percentuais menores, mas são impedidos de aplicar percentuais mais altos", disse a ANS.


Parcelas

A divisão dos valores referentes à suspensão dos reajustes (de setembro a dezembro deste ano) deve ser feita em 12 parcelas iguais e sucessivas a partir de janeiro de 2021.


Excepcionalmente, será permitido um número menor de parcelas, desde que o beneficiário ou contratante faça a solicitação. Se houver acordo entre as partes, também poderá ser autorizado a aumentar o número de parcelas.

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