Leis que aumentam as penas por violações de animais de estimação é sancionada.

Imagem: o Globo

Em cerimônia com a presença de cães no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro condenou nesta terça-feira 29 acusações que aumentaram a pena para a ofensa de cães e gatos. O texto, aprovado pelo parlamento em 9 de setembro, foi contestado por Bolsonaro, que publicou uma enquete nas redes sociais para saber como contrariar a proposta. No evento de hoje, no entanto, o presidente disse que não tinha dúvidas de que iria punir as medidas.


"Nunca duvidei se boicotaria ou não porque soube da aprovação do projeto através da primeira-dama (Michelle Bolsonaro) e ela me perguntou em casa: "Você foi boicotado?" Eu disse: 'Você está sendo igual ao Paulo Guedes que me diz imediatamente as sanções sobre projetos relacionados à economia', Paulo.


A proposta foi condenada pelo Presidente de alterações à Lei de Crimes Ambientais de 1998 e criou uma lista específica para a proteção de cães e gatos. A pena será de 2 a 5 anos de prisão, multa e proibição da detenção. O máximo anterior é de um ano e pode aumentar em seis se os resultados invasivos na morte do animal de estimação. A agressão de uma condenação criminal não é considerada com menor potencial impróprio, o que reduz a probabilidade de ação penal ser suspensa.


Cinco cães participaram da cerimônia e ficaram com o presidente no momento da assinatura para formalizar a lei. Na época da assinatura da lei, Bolsonaro pegou o colo do ninho, liderado pela primeira-dama em agosto, e tentou desajeitadamente colocar uma caneta em uma das patas do animal de estimação. Não funciona. O cachorrinho foi então colocado sentado no púlpito, o cão da primeira-dama, também com ele.


Entre os animais selvagens está Sansão. Ele teve as pernas traseiras amputadas no Vespaciano (MG) o cão também recebeu um "parabéns" de Bolsonaro "Au au, Parabéns, Sansão", disse o presidente.


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