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quinta-feira, junho 13, 2024
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Petrobras reduz preços da gasolina, diesel e gás de cozinha após nova política anunciada

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O presidente da Petrobras, Jean-Paul Prates, revelou uma nova redução de preços da gasolina, do diesel e do gás liquefeito de petróleo (conhecido como gás de cozinha) para as distribuidoras a partir desta quarta-feira (17). A estatal também anunciou uma nova política de preços de combustíveis nas refinarias, acabando com a paridade nas importações.

Com a redução, a gasolina passará de R$ 3,18 para R$ 2,78 por litro (redução de R$ 0,40, queda de 12,6%). Já o diesel passará de R$ 3,46 para R$ 3,02 por litro (queda de R$ 0,44, queda de 12,8%) e o GLP de R$ 3,22 para R$ 2,53 por quilo (redução de R$ 8,97 por botijão de 13 kg, queda de 21,3%).

Em um discurso tranquilizador, Prates disse que não haverá intervenção do governo nesses preços e que a intenção é minimizar a volatilidade e o impacto da especulação internacional. Ele ressaltou que os preços continuarão seguindo o padrão internacional, mas com maior consideração dos fatores nacionais.

É importante ressaltar que o preço das distribuidoras não é o valor final para o consumidor, já que o transporte depende de cada vendedor.

Com a redução de preços e a nova política da Petrobras, qual a nos postos?

Segundo o chefe da Petrobras, o preço médio da gasolina nos postos deve cair imediatamente de R$ 5,49 para R$ 5,20 por litro, enquanto o diesel S10 deve passar de R$ 5,57 para R$ 5,18 por litro.

Outra boa notícia é que o botijão de gás de cozinha deve ficar abaixo de R$ 100 pela primeira vez desde outubro de 2021. A previsão é que o preço médio seja de R$ 99,87 para uma garrafa de 13 kg.

A nova política de preços da Petrobras abandona a paridade de preços internacionais (PPI), que considerava que o dólar e o preço do petróleo estavam afetando diretamente os preços da gasolina e do diesel no Brasil.

A partir de agora, serão feitos ajustes sem limitação periódica, a fim de evitar a transferência imediata das variações internacionais para os preços domésticos.

A empresa não detalhou a regra que norteará os preços daqui para frente, mas disse que usará parâmetros de mercado, como o custo alternativo ao cliente e o valor marginal da Petrobras. A intenção é aproveitar as vantagens competitivas da empresa e do país sem se distanciar completamente da referência de preços internacionais.

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