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domingo, abril 21, 2024
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Nota divulgada pelo Governo preocupam trabalhadores com carteira assinada; Veja

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Dados publicados pelo Ministério do Trabalho e Previdência ligam o sinal de alerta para o mercado de trabalho.
Imagem: Reprodução/Canva

ados recentes do Ministério do Trabalho e Previdência têm alarmado os trabalhadores em busca de emprego formal. O último cage (Cadastro Geral de Trabalhadores e Desempregados) revela que o país tem mais aceitação do que demissões em maio de 2023.

O total de empregos criados no mês foi de 155,27 mil, sendo 2 milhões de empregos e 1,844 milhão de demissões. No entanto, em relação a 2022, houve uma redução de 44% na geração de empregos.

Em maio do ano passado, o Brasil criou 277,73 mil empregos, volume bem superior ao deste ano, nos cinco primeiros meses de 2023, foram criadas cerca de 865,36 mil vagas formais no país, segundo o Ministério do Trabalho. A queda representa 21,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram criados 1,1 milhão de empregos.

Contrato oficial e média salarial

O número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 43,3 milhões em maio, leve alta de 0,3% em relação a abril (43,15 milhões). O aumento foi de 4,3% em relação a maio de 2022, quando o volume total chegou a 41,52 milhões.

Segundo o Ministério do Trabalho, o salário médio para aceitar trabalhadores foi de R$ 2.004,57 no mês avaliado, queda real em relação a abril deste ano (R$ 2.022,83). Os valores já consideram deduzir a inflação.

Já em relação a maio de 2022, quando o salário médio de admissão era de R$ 1.969,02, o valor apurado em maio de 2023 foi alto.

Taxa de desemprego

Embora os números pareçam um pouco baixos, eles não levam em conta trabalhadores que não têm carteira assinada, como o pequeno empreendedor individual (MEI). Por esta razão, não podem ser comparados com os dados do desemprego.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente uma pesquisa mostrando que a taxa de desemprego no Brasil caiu para 8,5% no trimestre encerrado em abril. O volume foi o menor para o trimestre até abril desde 2015, quando a taxa de desemprego ficou em 8,1%.

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