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quinta-feira, junho 13, 2024
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Grande novidade! O programa Minha casa, minha vida financiará eletrodomésticos. Entenda como vai funcionar

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Com o retorno de Luis Inácio Lula da Silva (PT) à presidência, o presidente reativou alguns dos principais programas sociais dos dois primeiros governos, entre eles o Minha Casa, o Minha Vida etc.

Aprovou as medidas provisórias na semana passada em uma comissão mista e deve ser votada na Assembleia Nacional até 14 de junho para não perder sua eficácia.

Diante disso, a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) sugeriu que, além da emenda, os programas habitacionais também considerem a compra de produtos da linha branca, como fogões, geladeiras e máquinas de lavar.

A ideia foi aprovada pela Whirlpool (dona das marcas Consul, Brastemp e KitchenAid), uma das principais fabricantes de eletrodomésticos em operação no Brasil.

Quem tem prioridade na obtenção de financiamento para eletrodomésticos?

Em nota enviada à imprensa, Eduardo Vasconcelos, diretor de instituições e relações governamentais para a América Latina da Whirlpool, disse que, segundo dados publicados pela Eletros, a medida é benéfica para a economia, pois gera emprego, renda e renda para o setor.De acordo com o projeto, o programa é priorizado por famílias onde as mulheres são responsáveis e há mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Segundo Vasconsilos, a iniciativa permitirá que essas famílias tenham uma melhor qualidade de vida por meio do financiamento de eletrodomésticos essenciais.

Minha casa, minha vida

Criado em 2009, o Minha Casa, Minha Vida é um programa habitacional federal sob responsabilidade da Secretaria de Urbanização, que fornece subsídios de submersão e taxas de juros para facilitar a compra de moradias populares em cidades ou áreas rurais.

Para acessar os recursos por meio do programa, eles devem atender a requisitos sociais e de renda. Neste ano, ao anunciar a reabertura dos programas habitacionais, o governo federal anunciou a meta de disponibilizar dois milhões de unidades habitacionais até 2026.

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