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sábado, março 2, 2024
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Desenrola Brasil: bancos oferecem desconto de 96% com parcelamento em até 10 anos

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Com o novo programa do Governo Federal, os inadimplentes podem renegociar suas dívidas em condições imperdíveis. Veja como participar
Imagem: Reprodução/Rede Brasil News

tenção delinquentes! Os bancos que aderiram ao Desenrola Brasil já estão oferecendo condições especiais para renegociação de dívidas. Por meio do programa, as instituições oferecem desconto de até 96% nos valores das dívidas e prazo de pagamento de até dez anos. A faixa 2 anunciada pelo governo já está em operação desde segunda-feira (17).

Entre as instituições financeiras participantes do Desenrola Brasil, podemos citar: Banco do Brasil, Caixa, Bradesco, Itaú, PagBank, Caixa e Santander. Até o momento, 10 bancos e instituições aderiram à renegociação proposta pelo governo. Assim, os clientes podem entrar em contato com os bancos para conseguir quitar dívidas contraídas entre 2019 e 2022.

O que é a faixa 2?

Na faixa 2 do Desenrola Brasil, é permitida a renegociação de dívidas feitas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022. Além disso, é fundamental que o consumidor interessado em participar receba entre R$ 2.640 (salário mínimo) e R$ 20 mil por mês. O valor das parcelas de renegociação e a taxa de juros cobrada devem ser negociados diretamente com o banco.

Assim, não há limite para o valor a ser pago. No entanto, caso a instituição financeira devedora não participe do programa, o devedor poderá implementar a possibilidade de transferir a dívida para um banco participante, conforme informou a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

Outra medida adotada pela Desenrola Brasil que tem chamado a atenção dos consumidores é que clientes com dívidas de até R$ 100 serão retirados da lista de inadimplentes quando aderirem ao Desenrola. No entanto, vale ressaltar que a medida só valerá para quem não tem outras dívidas, como luz, água e compras no comércio.

Dívidas de até R$ 100 serão perdoadas pelo programa?

Mesmo limpando o CPF para consumidores que devem até R$ 100, é importante lembrar que dívidas não serão perdoadas. Assim, o objetivo do procedimento é permitir que o consumidor recupere o acesso a outras linhas de crédito e a possibilidade de assinar documentos importantes, como, por exemplo, aluguel.

Portanto, se a dívida não for quitada, a pessoa voltará a ter um CPF negativado. O governo espera que 30 milhões de pessoas sejam beneficiadas nesta primeira fase. No total, R$ 50 milhões devem ser renegociados.

Segundo o presidente Lula, até 72% dos brasileiros altamente endividados poderão voltar ao consumo após a adesão ao programa, fator que ajudaria a economia brasileira a se recuperar.

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