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sábado, maio 18, 2024
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Atenção! novo preço da Gasolina nesse final de mês choca brasileiros; Veja quanto ficou

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Brasileiros comemoram notícia e torcem para novas quedas no preço da gasolina

O preço da gasolina acabou de sair e empolgou os motoristas no Brasil. Depois de subir mais de 6% há três semanas, os valores médios dos combustíveis fósseis caíram por duas semanas consecutivas, aliviando ligeiramente os bolsos dos consumidores.

Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio de um litro de gasolina caiu 0,54%, de R$ 5,54 para R$ 5,51.

Em suma, o combustível tem sido seis centavos mais barato no país nas últimas duas semanas, apagando uma fração da alta de 32 centavos registrada no início deste mês. De fato, fortes avanços ocorreram devido à retomada da arrecadação do PIS/Cofins sobre gasolina e etanol.

Os preços da gasolina devem permanecer altos, próximos a R$ 5,50. Aliás, a ANP analisa preços em mais de cinco mil postos de combustíveis no país e publica uma média nacional de seus valores.

Nesta atualização, o valor da gasolina diminuiu em três regiões brasileiras: nordeste (-1,06%), sudeste (-0,55%) e sul (-0,54%). Em contrapartida, o valor subiu no Centro-Oeste (+0,55%), mantendo-se estável no Norte. Com isso, os preços médios da gasolina atingiram os seguintes níveis:

Norte: R$ 5,81
Nordeste: R$ 5,60
Sul: R$5,55
Centro-Oeste: R$5,47
Sudeste: R$ 5,38

Vale ressaltar que o preço médio de produção e importação, sem impostos, foi bem menor em todas as regiões. Os valores variaram de R$ 3,45 no nordeste a R$ 3,86 no norte.

Em outras palavras, os consumidores pagam muito mais para reabastecer seus carros no país. Isso ocorre porque existem outras variáveis que afetam os valores do combustível nas bombas, como impostos, taxas, margem de lucro e custo da mão de obra.

Gasolina ultrapassa R$ 6,00

Na semana passada, o preço da gasolina caiu em 18 das 27 unidades federativas (UFs), com destaque para Bahia (-3,02%) e Acre (-2,97%). Outros retiros foram mais tímidos.

Por outro lado, a gasolina ficou mais cara em cinco lugares, com destaque para Sergippi (+3,36%), Distrito Federal (+2,94%) e Amapá (+2,30%). Nos outros quatro UFs restantes, o combustível permaneceu estável.

Apesar da queda generalizada, muitos estados tiveram preços acima da média nacional, com alguns vendendo combustível por mais de R$ 6,00. Aqui estão os estados com os maiores preços médios da gasolina:

  • Amazonas: R$ 6,56
  • Roraima: R$ 6,08
  • Rondônia: R$6,00
  • Acres: R$5,89
  • Rio Grande do Norte: R$ 5,89

Por outro lado, os locais com os menores valores do país foram:

  • Mato Grosso do Sul: R$ 5,18
  • Minas Gerais: R$ 5,30
  • Paraíba: R$ 5,31
  • Amapá: R$ 5,33
  • São Paulo: R$ 5,34
  • Maranhão: R$ 5,35

Vale ressaltar que, de acordo com os cálculos da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o preço da gasolina deve ficar 25 centavos mais caro nos postos de combustíveis do país com a retomada da arrecadação do imposto federal.

No entanto, o valor médio do combustível subiu 43 centavos desde a retomada da coleta do PIS/Cofins, há quase um mês. Isso mostra que há espaço para novas quedas nos preços da gasolina no país nas próximas semanas.

Isso não significa que o declínio realmente ocorrerá, porque a transferência de diferenças para os consumidores finais tende a ser mais lenta e menos completa quando são contratempos. Em casos de aumento de preços, acontece o contrário, com valores subindo mais do que o esperado, como aconteceu com a gasolina.

Como resultado do aumento dos preços da gasolina

Nos dois primeiros meses de 2023, o governo federal se reuniu várias vezes para decidir se a arrecadação de impostos sobre combustíveis voltaria ou não a vigorar no país. Por um lado, a equipe econômica pediu a reintegração dos impostos sobre combustíveis devido ao aumento da arrecadação federal.

Declaração

Em suma, o déficit fiscal projetado para 2023 foi de R$ 231,5 bilhões. No entanto, a diferença nas contas públicas deve diminuir para R$ 120 bilhões à medida que a arrecadação de impostos federais aumenta. Por isso, a equipe econômica estava criando raízes para retomar a arrecadação do PIS/Cofins.

Por outro lado, a ala política defendeu a preservação da isenção tributária, temendo que a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fosse corroída com o aumento dos preços dos combustíveis. Além disso, há também o medo de uma inflação alta, o que eleva o custo de vida da população.

Em suma, o combustível afeta fortemente a taxa de inflação do país e, com a devolução dos impostos, a inflação pode subir mais do que o esperado, superando a meta pelo terceiro ano consecutivo.

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