Atenção! Auxílio Brasil com novo aumento de R$ 600 e vale-gás de R$ 120 será votada hoje; Veja

Imagem: Reprodução/Google

A votação da nova versão da proposta de emenda à Constituição (PEC) para o combustível, que teria ocorrido na quarta-feira, 29, foi adiada para esta quinta-feira, 30. Aumenta o auxílio brasileiro em R$200, com um repasse mínimo de R$400 para R$600, além de uma expansão do vale-alimentação, que deve passar dos atuais R$53 para cerca de R$120 por mês.


Além disso, também faz parte da proposta de criação de assistência de R$1.000 para caminhoneiros independentes. O objetivo é compensar os trabalhadores que tiveram dificuldades com o aumento dos preços do óleo diesel. Todas essas outras medidas só serão válidas até 31 de dezembro deste ano.


Alterações no texto original


Inicialmente, o principal objetivo do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), era que aliados pró-governo aprovassem o texto em dois turnos já nesta quarta-feira, 29. No entanto, senadores contrários ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) questionaram um dos trechos da versão apresentada por Becerra.


O partido que foi criticado por reconhecer o estado de emergência do país em 2022 evita qualquer restrição ou carimbo de natureza jurídica.


Na opinião da oposição, o trecho dá um entendimento de que o Governo terá direito a algum tipo de "cheque em branco" para a transferência de recursos e publicidade adicional sem ter que se preocupar com as leis eleitorais e orçamentárias. Diante da controvérsia, Becerra concordou em retirar esse trecho do texto.


Mudanças previstas na PEC do Combustível


Em geral, o governo quer implementar três propostas o mais rápido possível: a primeira diz respeito ao aumento da ajuda brasileira para R$ 600, a segunda para R$120 (com pagamentos mensais) e a terceira relacionada ao pix caminhoniro, que cria dispositivos para mitigar o aumento do preço do diesel nos últimos meses.


Apesar das novas mudanças, o texto do combustível ainda não encontrou consenso entre a oposição. Alguns legisladores de esquerda votaram para aprovar o projeto, mesmo com reservas. Outros, por outro lado, disseram que não votariam a favor das medidas, mesmo que tenham sido feitas alterações no projeto original. A razão é evitar que tais manobras sejam usadas como recursos para as próximas eleições.

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