Jovem Aprendiz: Veja como funciona o programa que é benéfico para todos; entenda

Imagem: Reprodução/Google

O Programa Jovem Aprendiz oferece as primeiras oportunidades de trabalho combinadas com o aprendizado para jovens brasileiros. Além disso, traz benefícios também para as empresas contratantes.


O mercado de trabalho tem uma espécie de tendência a exigir que os trabalhadores tenham experiência prévia.


O Programa Jovem Aprendiz está focado exatamente nessa questão, na possibilidade de adquirir conhecimento de forma teórica e prática.


Além de tudo isso, o programa também permite a inclusão de jovens em situação de vulnerabilidade social no mercado de trabalho.


Vantagens do Jovem Aprendiz para empresas


A primeira grande vantagem é a possibilidade de formar um colaborador dentro dos padrões de negócios; justamente pela falta de experiência prévia, os jovens são mais fáceis de se adaptar às políticas internas, por exemplo.


Outra vantagem é a rede envolvida no programa, que inclui analistas de acompanhamento, assistentes sociais e psicólogos sociais.


Esses profissionais interagem com o superior imediato do colaborador na empresa e com seus familiares, auxiliando no seu crescimento pessoal, com apoio em sua formação como profissional e cidadão.


É importante lembrar dois pontos estabelecidos pelo Programa de Aprendizagem Profissional, instituído pela Lei de Aprendizagem (Lei nº 10.097/2.000):


Primeiro os direitos do aprendiz, que incluem 13º salário, horas de trabalho mais curtas do que em um emprego efetivo, licença remunerada, entre outros pontos.


A segunda é o quanto a empresa, pela Lei da Aprendizagem, empresas nacionais, de médio e grande porte, deve contratar jovens aprendizes em cotas que variam entre 5% e 15% do total de seus quadros.


A lei também estabelece que o contrato de aprendizagem tem duração de 2 anos (lembrando que em alguns casos é possível uma pausa), durante esse período a empresa deve oferecer ao aluno o treinamento necessário para realizar suas atividades.


É muito comum que as empresas busquem parceria com instituições de ensino que serão responsáveis pela parte teórica do programa, como Senai e Senac.

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