Eritrasma bacteriana: o que é, sintomas, causas e tratamento; Veja

Imagem: Reprodução/Google

Eritroasma é uma infecção de pele causada pela bactéria Corynebacterium minutissimum que leva ao aparecimento de manchas na pele que podem descascar. O eritroasma ocorre com mais frequência em adultos, especialmente em obesos e diabéticos, uma vez que a bactéria geralmente é encontrada no atrito da pele, como nas dobras, ou seja, axila e sob os seios, por exemplo.


Esta doença da pele pode ser facilmente diagnosticada através da lâmpada de Wood, que é um método de diagnóstico no qual as lesões adquirem uma coloração específica quando expostas à luz ultravioleta. No caso do eritróasma, a lesão adquire brilho coral-vermelho, podendo, assim, ser diferenciada de outras lesões.


Após o diagnóstico de eritróasma é possível iniciar o tratamento mais adequado, que geralmente consiste no uso de pomadas antibióticas que devem ser aplicadas às lesões de acordo com a recomendação do dermatologista.


Principais sintomas

O eritroasma tem como principal sintoma a presença de manchas rosas ou escuras, com forma irregular e bordas bem delimitadas que podem escamosas e levar ao aparecimento de rachaduras na pele. As lesões geralmente aparecem com mais frequência em regiões onde há contato pele a pele, como debaixo da mama, axila, entre os dados dos pés, virilha e região íntima. 


Causas do eritrósma

O eritroma é causado pela bactéria Corynebacterium minutissimum, que faz parte da microbiota normal da pele e do sistema urinário, não causando sintomas. No entanto, alguns fatores podem favorecer seu desenvolvimento e levar ao surgimento de sintomas como idade avançada, sudorese excessiva, maus hábitos de higiene, diabetes e sobrepeso.


Como o diagnóstico é feito

O diagnóstico de eritróasma é feito pelo dermatologista principalmente através da avaliação das características das lesões. Além disso, a avaliação é feita por meio da lâmpada de madeira, que é importante para diferenciar o eritróasma das doenças de pele causadas por fungos.


Assim, a área com lesão é exposta à luz UV para que o médico possa verificar a fluorescência no local que é indicativo de infecção. No caso do eritróasma, é possível verificar um brilho coral-vermelho no local, o que é indicativo da presença da bactéria Corynebacterium. Veja mais sobre a lâmpada de Wood.


O diagnóstico também pode ser feito raspando a lesão, que é enviada ao laboratório para identificação do microrganismo, mas é um método de diagnóstico mais demorado.


Como o tratamento é feito

O tratamento para eritromicina deve ser feito de acordo com a indicação do dermatologista, e o uso de antibióticos orais, como claritromicina, ou uso de pomadas antibióticos que devem ser aplicadas diretamente a lesões como Eritromicina, Clindamycina e Mupirocina, por exemplo, que devem ser utilizadas por cerca de 10 dias ou de acordo com a recomendação do médico.


Nos casos em que também são identificados sinais indicativos de infecção por leveduras secundárias, também pode ser recomendado o uso de cremes antifúngicos ou pomadas.


Durante o tratamento é aconselhável que a pessoa use sabonetes antibacterianos para lavar a região afetada, sendo mais recomendado o uso daqueles que contêm Clorhexidine.

Post a Comment

Postagem Anterior Próxima Postagem