Valor das novas parcelas do auxílio emergencial vão ser reduzidas?

Imagem: Reprodução/Google

Extensão do auxílio emergencial é retomada nesta semana. A partir desta quarta-feira (18), a Caixa Econômica Federal dará inicio ao pagamento da quinta rodada do projeto. Com sua prorrogação até o mês de outubro, muitos segurados estão em dúvida sobre os valores que irão receber.Após meses em debate, o governo federal finalmente aprovou a extensão do auxílio emergencial.


O benefício será mantido até o fim de outubro, ofertando ao total sete parcelas apenas em 2021. O valor, no entanto, será diferente daquele garantido na primeira rodada.


Redução nas mensalidades do auxílio emergencial 2021

Inicialmente, quando aprovado em abril de 2020, o auxílio emergencial tinha um custo de R$ 600 e R$ 1.200. No entanto, para a extensão desse ano, o governo federal aplicou um corte de mais de 50% na folha do projeto.


Atualmente estão sendo concedidas três tipos de mensalidade:


  • Famílias com apenas uma pessoa – R$ 150
  • Famílias com mais de uma pessoa – R$ 250
  • Famílias lideradas por mães solteiras – R$ 375

Como fica a extensão pelo Bolsa Família?

No caso dos segurados do Bolsa Família, o pagamento varia de acordo com o valor já recebido pelo segurado. Um cidadão que mensalmente recebe R$ 200 pelo BF e se enquadra na faixa 2 do auxílio, terá direito de receber mais R$ 50 para chegar ao teto de R$ 250.


De modo geral, basta contabilizar a media do BF e somar até chegar no valor limite da extensão. É importante ressaltar que os benefícios não são acumulativos, ou seja, não deverão ser duplicados.


Uma vez em que o sujeito já recebe mais do que as faixas, ele se mantém apenas com a quantia do Bolsa Família.


Regras do auxílio emergencial 2021

Para esse ano, a inclusão no projeto só pode ser feira sob o cumprimento dos seguintes critérios:


  • A renda por pessoa da família não pode passar de até meio salário mínimo (R$ 550)
  • A renda total do grupo familiar deve ser de até três salários mínimos (R$ 3.300)
  • Só será permitida o pagamento de uma cota por família
  • Ter mais de 18 anos
  • Não ter emprego formal
  • Não ter tido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019 ou rendimentos isentos acima de R$ 40 mil naquele ano
  • Não ser dono de bens de valor superior a R$ 300 mil no fim de 2019
  • Estão excluídos os residentes médicos, multiprofissionais, beneficiários de bolsas de estudo, estagiários e similares

Ficam de fora também as pessoas que receberam qualquer tipo de benefício previdenciário, assistencial ou trabalhista ou de transferência de renda do governo em 2020, com exceção do Bolsa Família e abono salarial.

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