Atenção aumento da Conta de luz! Entenda como vai funcionar a bandeira vermelha do mês de maio.

Imagem:Rede Brasil

No dia 30 de abril, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que em maio a conta de luz vai ficar mais cara. A tarifa terá um aumento de R$4,169 a cada 100 kWH (quilowatt-hora) consumidos e passa ao patamar vermelho 1.


Segundo a agência, maio dá início ao período seco e com isso, os reservatórios ficam com seu nível de abastecimento reduzido. O cenário sinaliza um patamar desfavorável de produção para as hidrelétricas.


Em comunicado, a Aneel disse que “Essa conjuntura sinaliza patamar desfavorável de produção pelas hidrelétricas e elevada necessidade de acionamento do parque termelétrico, pressionando os custos relacionados ao GSF (risco hidrológico) e o (PLD) preço da energia no mercado de curto de prazo”.


De acordo com o órgão, o mês de abril, teve o pior aporte hidráulico da história do SIN (Sistema Interligado Nacional). O mês é conhecido por marcar o fim do período de transição entre as estações úmida e seca.


Esse acréscimo tem como objetivo arrecadar recursos para custear o acionamento das usinas térmicas e sinalizar que há menos oferta de energia, fazendo com que a população economize-a.


Bandeiras na conta de luz

No início do ano de 2015, a cobrança da conta de energia começou a ser feita pelo sistema de bandeiras tarifárias.Planos que cobram a energia da população de acordo com a dificuldade em sua produção. 


Algumas vezes é necessário o uso de usinas termoelétricas para gerar a energia necessária, como o custo dessa forma de geração é maior, a conta paga pela população também se torna maior. 


Verde: Condições favoráveis de geração de energia, por isso,não há acréscimo na conta.


Amarela: Condições menos favoráveis de geração de energia, por isso, há um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100KWh consumido.


Vermelha 1: Condições desfavoráveis na produção e necessidade de ligação das termoelétricas, por isso, acréscimo de R$ 3,00 para cada 100KWh consumido


Vermelha 2: Condições desfavoráveis na produção e necessidade de ligação das termoelétricas, por isso, acréscimo de R$ 4,50 para cada 100KWh consumido.

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