Novo Auxílio Emergencial 2021: Confira o valor que poderá ser de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375 para cada beneficiários

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De acordo com informações obtidas pelo jornal O Globo, o governo pretende implementar diferentes faixas de valores para as novas parcelas do auxílio emergencial 2021.

A proposta, ainda em estudo pela equipe econômica, visa conceder repasses de r$ 250 aos cidadãos atendidos pelo programa. No entanto, o valor pode ser maior para mulheres chefes de família (R$ 350) ou menos para quem mora sozinho (R$ 150).


Auxílio emergencial 2021: Senado aprova PEC em 1º turno

O valor do auxílio emergencial 2021, então, dependerá dos perfis e condições dos beneficiários. Além disso, os critérios de recebimento podem continuar os mesmos: famílias com per capita de até meio salário mínimo e renda total (soma dos membros) de até três salários mínimos. O governo e o Congresso devem prorrogar quatro parcelas entre março e junho de 2021.


Quantidade de auxílio emergencial varia de caso para caso

Ao contrário do que aconteceu em 2020, a nova rodada de auxílio emergencial deve limitar um benefício mensal por família, sem possibilidade de acumulação. Vale lembrar que no ano passado, o governo permitiu que duas pessoas da mesma família recebessem as parcelas. Agora o governo só quer conceder um pagamento por mês.


Confira as variações de valores para os beneficiários do programa:


  • Parcelas de auxílio emergencial de até R$ 150: pessoas economicamente vulneráveis, desde que não tenham filhos e dependentes;
  • Parcelas de até R$ 375: para mulheres chefes de família. Em 2020, esse público recebeu cotas duplas do benefício, ou seja, R$ 1.200 nos primeiros meses e R$ 600 em parcelas residuais;
  • Parcelas médias de R$ 250: para os demais beneficiários do programa.

A PEC, que inclui as novas parcelas do auxílio emergencial 2021, foi aprovada em primeiro turno pelo Senado. Se aprovado na segunda sessão, seguirá para análise na Câmara dos Deputados.


Histórico de mudanças no valor do auxílio emergencial

Desde o início do programa, o objetivo era liberar três parcelas de R$ 600 para brasileiros de baixa renda. O presidente Jair Bolsonaro, após pressão popular e congressistas, acabou prorrogando o auxílio emergencial em mais dois pagamentos (quarta e quinta parcelas de 2020).


Na época, foram feitos estudos para manter os depósitos até dezembro do ano passado. O governo federal pretendia reduzir o valor das novas parcelas residuais. Em agosto de 2020, o chefe do Executivo voltou a destacar que os repasses de R$ 600 pesaram aos cofres públicos do país.


Para que o valor seja reduzido por meio de medida provisória, o Congresso deve autorizar a mudança no benefício. "Hoje, tomei café com o Rodrigo Maia [ex-presidente da Câmara dos Deputados] em Alvorada. Também tratamos desta questão da ajuda emergencial. Os R$ 600 pesam muito sobre a União. Isso não é dinheiro das pessoas, porque não é economizado, é endividamento", disse ele na época. Após deliberações, o auxílio foi prorrogado até dezembro de 2020, com valor reduzido de R$ 300.


Pelo menos 66,4 milhões de pessoas foram atendidas pelo programa até agora. Em 2021, o benefício poderá ser renovado novamente devido às crises que continuam a atormentar brasileiros economicamente vulneráveis. A proposta atual é conceder quatro novas parcelas, com valores entre R$ 150 e R$ 375.