Ministro Paulo Guedes atualiza valores do novo Auxílio Emergencial R$ 175, R$ 250 e R$ 375; confira os valores para cada beneficiários.

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Na última segunda-feira, 8, o ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou os valores que serão pagos em auxílio emergencial este ano.

Segundo ele, o valor dependerá da situação e da composição familiar, e o valor médio será de R$ 250.


Espera-se que o governo pague pelo menos quatro parcelas, e a transferência de recursos deve começar ainda este mês e ir até junho. No entanto, para isso é necessário que o Congresso aprove uma proposta que autorize e inicie o pagamento do benefício. O ministro disse que o valore será o seguinte:


  • mães solteiras - R$ 375;
  • homens que vivem sozinhos - R$ 175;
  • família formada por casal - R$ 250.

"Esse valor médio (R$ 250), porque se for uma família de pais solteiros administrada por uma mulher é de R$ 375. Se você é um homem sozinho, são $175. Se for um casal, os dois, já há 250 dólares.  Nós só fornecemos os parâmetros. A decisão da amplitude é do Ministério da Cidadania, disse Guedes, no Palácio do Planalto, sem divulgar mais detalhes.


Nesta semana, a proposta foi aprovada pelo Senado em votação em segundo turno, o texto foi encaminhado para análise da Câmara dos Deputados. A proposta estabelece um limite de até R$ 44 bilhões para pagar as despesas totais do benefício.


Vaga para novas inscrições

A devolução do auxílio emergencial deve incluir apenas beneficiários que já estavam recebendo pagamentos em dezembro de 2020, sem a possibilidade de novos cadastros para atingir aqueles que também perderam a fonte de renda no período mais recente.


Essa medida já despertou críticas de organizações da sociedade civil, que consideram urgente abrir um novo prazo para pedidos de ajuda, bem como o aumento dos recursos disponíveis acima de R$ 44 bilhões.


Para 2020, foram pagas cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300, ao custo de aproximadamente R$ 300 bilhões. O benefício foi depositado entre maio e dezembro com pagamentos liberados em janeiro e também com pagamentos de litígios no início de 2020.