Governo federa cita novas regras turbinadas do Bolsa Família para o mês de julho: Veja o que vai mudar

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Na quinta-feira, a chamada "PEC emergencial" foi aprovada em segundo turno na Câmara. O texto do documento trata de um dos assuntos mais discutidos do momento: a renovação do auxílio emergencial em 2021.


Além de viabilizar as novas parcelas do auxílio emergencial, a PEC também abre espaço fiscal, ou seja, em relação ao teto de gastos federais, para que sejam possíveis melhorias no Bolsa Família. Segundo o governo federal, a partir de julho, o programa passará por mudanças. Saiba mais abaixo.


Auxílio emergencial impacta o Bolsa Família

Novas parcelas de ajuda emergencial devem ser liberadas até o início de abril. A média prevista é de R$ 250 nos meses de abril, maio, junho e julho (4 parcelas). No entanto, outros valores também podem ser oferecidos.


Diante da migração de cidadãos contemplados pelo Bolsa Família para auxílio emergencial, o governo federal deve preservar cerca de R$ 9 bilhões no Orçamento de 2021. O recurso será reutilizado para aumentar as ações envolvendo a Bolsa a partir do segundo semestre do ano.


A ideia é aplicar o dinheiro extra para contemplar mais pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza, além de quase 1 milhão no número de beneficiários, além de aumentar o valor total repassado às famílias, atualmente em média R$ 190.


Para o Bolsa Família, em 2021, o governo reservou R$ 34,8 bilhões, dos quais R$ 6 bilhões foram utilizados para pagamentos do programa em janeiro e fevereiro.