Atenção! Novo Auxílio Emergencial começará esse mês! Confira como governo Bolsonaro vai pagar aos beneficiários.

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Muito falado, mas ainda não aprovado, o auxílio emergencial pode estar perto de se tornar uma realidade para as famílias mais pobres diretamente afetadas pela crise pandêmica do novo coronavírus.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que aprova a prorrogação do benefício segue no Congresso.


Em sua aparição em Brasília, no Distrito Federal, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse algumas informações sobre a nova rodada de auxílios, prevista para começar este mês, caso seja votada e aprovada.


Segundo ele, o governo federal estuda o pagamento de quatro parcelas de R$ 250, que iria até o mês de junho.


Discussão nos bastidores

Já ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro deu mais detalhes, e apareceu ao lado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Na ocasião, ele revelou que teve uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para oficializar a distribuição do benefício a partir deste mês. No entanto, ele revelou que o processo ainda está em discussão.


"Ainda está sendo falado, principalmente com os prefeitos e o Senado, porque temos que ter certeza de que o que a gente acerta – vai ser junto, não vai ser só eu e a equipe econômica, vai ser junto com o Legislativo também – no final da linha que é honrada por todos nós. Porque nossa capacidade de endividamento está, acredito, no limite", disse Bolsonaro.


Segundo o presidente, as quatro parcelas de R$ 250 seriam oferecidas "para ver se a economia leva de vez, leva de verdade".


O que muda no auxílio de emergência?

Ao contrário do que aconteceu no ano passado, as parcelas devem ser concedidas a uma parcela menor da população. Seriam 40 milhões de beneficiários contra 60 milhões do ano passado.


Esse pente fino teria sido realizado através do cruzamento de 11 bases de dados governamentais, incluindo informações do INSS e DO MEI. A partir deles, os beneficiários que morreram no último ano, conseguiram um emprego ou receberam um salário na iniciativa pública, como aposentadoria ou pensão foram afastados.


Outra mudança prevista para esta rodada de auxílio emergencial refere-se ao grupo de mulheres solteiras chefes de família. Em 2020, eles receberam parcelas duplas do benefício.


Este ano, porém, tudo indica que todos os beneficiários receberam os mesmos R$ 250, sem exceções.


O cronograma de pagamento, ainda não divulgado, deve ser programado pelo Ministério da Cidadania. A modalidade de pagamento seguirá inalterável: por meio do aplicativo Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal.


A plataforma é gratuita para sistemas operacionais Android e iOs e também atende outros serviços, como pagamento do seguro DPVat e parcelas do programa social Bolsa Família.


A leitura e votação da PEC emergencial, que endossa a prorrogação do auxílio emergencial, deveria ter acontecido na semana passada. A pedido dos líderes, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, concordou em adiar a leitura e votar pela primeira semana.
Ou seja, o parecer do relator será lido na terça-feira (2) e a votação ocorre em dois turnos na terça-feira (3).


Bolsa Família também é pauta no governo Bolsonaro

Apesar de não agilizar o auxílio emergencial, o presidente Jair Bolsonaro aproveitou a mesma live para falar sobre possíveis ajustes no programa Bolsa Família.



Na ocasião, ele revelou que espera, "ao final desses quatro meses, ter uma nova proposta para o Bolsa Família, como será o Bolsa Família a partir de julho. Essa é a nossa intenção e trabalhamos com esse propósito."


Nessa nova proposta mencionada pelo presidente seria o aumento do valor médio do benefício, de R$ 190 para R$ 200, aumento do número de beneficiários do programa e também a implantação de novos auxílios dentro do programa que seriam oferecidos de acordo com o desempenho escolar das crianças das famílias beneficiadas.

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