Lista de incentivos que o governo pretende incluir no Bolsa Família de 2021

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O governo federal pretende aplicar uma série de mudanças no programa social Bolsa Família ainda este ano.

Alguns se relacionam com o número de beneficiários, outros sobre a inserção de novas regras, o que pode até aumentar o valor do benefício para algumas famílias, dependendo de uma série de fatores.


Estamos falando, por exemplo, de assistência à creche. A ideia do governo é oferecer R$ 250 por mês para o pagamento de mensalidades em creches privadas, comunitárias, confessionais, filantrópicas ou filantrópicas que ofereçam educação infantil, em tempo parcial ou em tempo integral.


Outra iniciativa diz respeito aos alunos. Eles podem receber diferentes bônus mensais de acordo com seu desempenho escolar. Serão pagos R$ 200, em parcela única, do bônus escolar para os melhores alunos.


Para os alunos que se destacarem em atividades esportivas, haverá uma bolsa mensal de R$ 100, mais um prêmio anual de R$ 1.000. O mesmo funciona para alunos que se destacam em projetos de iniciação científica: bolsa mensal de R$ 100, mais um prêmio anual de R$ 1.000.


Vale ressaltar, no entanto, que os benefícios dos alunos não são cumulativos. Ou seja, a criança que recebe um bônus pelo esporte, não pode acumular o prêmio da iniciativa científica, mesmo que seja destacada.


Também é necessário criar o Benefício de Primeira Infância, destinado a famílias com idade entre zero e 36 meses incompletos, no valor de R$ 96 por criança.


O Benefício de Variável será destinado a famílias com gestantes ou pessoas entre 3 e 21 anos incompletas, no valor de R$ 48 por pessoa.


Por fim, o Benefício de Cidadania será destinado a todas as famílias do Programa Bolsa Família, no valor de pelo menos R$ 10 por membro. Cuja renda familiar mensal per capita, calculada após o aumento dos benefícios anteriores, seja igual ou inferior a R$ 92.


Além das notícias acima mencionadas, o governo federal não esconde a vontade de aumentar o número de beneficiários do programa. O valor médio oferecido aos atuais beneficiários também deve mudar, de R$ 190 para R$ 200.


A forma de pagamento das parcelas já mudou: a partir deste ano é realizado através do aplicativo Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal.

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