Aprovado programa de benefício Renda Família no valor de R$ 300; Confira requisitos e como se inscrever.

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Na semana passada foi aprovada a Lei que autoriza a criação do programa Renda Familiar, que pagará mensalmente o valor de R$ 300 às famílias mais carentes do município de Goiânia.

A medida, que já recebeu sanção do prefeito do município, Rogério Cruz, está com inscrições abertas.


A expectativa é atender financeiramente cerca de 24 mil famílias residentes na capital goiana. Segundo Rogério Cruz, famílias de baixa renda economicamente afetadas pela pandemia serão atendidas. Espera-se liberar recursos por seis meses ininterruptos.


"Nossa prioridade é cuidar das pessoas. Com essa ajuda, continuaremos nossos programas do plano de governo, como foi o caso do IPTU Social, que já é um sucesso, ampliando ainda mais nossa política social", explicou Cruz.


Renda Familiar para Pessoas Carentes

O secretário municipal de Fazenda, Alessandro Melo, disse que após a definição do grupo de beneficiários, iniciará a etapa de entrega dos cartões que serão utilizados para compras em supermercados da cidade.


"Vai ser uma espécie de cartão de alimentação para os beneficiários comprarem apenas em supermercados da capital. Eles não poderão gastá-lo em um restaurante ou em um bar", disse o secretário.


Aqueles que forem contemplados devem aguardar o recebimento do cartão no endereço do imóvel.
Após três tentativas frustradas de entrega, o objeto retornará à Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social (antiga Semas), que fará entregas presenciais em postos personalizados.


O valor de R$ 300 será creditado mensalmente, ou seja, a cada 30 dias, tendo como referência a data do primeiro depósito.


Como receber ajuda?

Para obter o auxílio, o interessado deve acessar o www.goiania.go.gov.br e se inscrever na Renda Familiar. As inscrições vão até 31 de março. De acordo com a administração municipal, o cidadão deve preencher um formulário, apresentar a documentação exigida, concordar com o termo de aceitação e, em seguida, aguardar a análise feita pela Secretaria Municipal de Finanças.


Conforme estabelecido no projeto inicial, para fazer parte do benefício é necessário que todas as pessoas da família estejam desempregadas, ou seja, sem renda fixa. Além disso, o público dos candidatos deve ser composto por pessoas maiores de 18 anos e que residam em imóveis (próprios, alugados ou transferidos) com valor venal de até R$ 100 mil.


Outra regra determina que nenhum dos membros do núcleo familiar pode receber qualquer outro benefício de distribuição de renda, da previdência social ou assistência, como seguro-desemprego, pensão por morte, Benefício de Prestação Continuada (BPC), etc. A única ressalva é para quem faz parte do Programa Bolsa Família.

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