FGTS, 13° salario e abono PIS/PASEP serão antecipados para girar economia.

Imagem: Google

Os brasileiros já sabem que não haverá mais uma prorrogação do auxílio emergencial, então o governo está pensando em outras estratégias para não ter uma queda na economia.

A equipe econômica do governo analisou a antecipação de alguns benefícios, como o 13º salário, o FGTS e o abono PIS/PASEP.


Essas medidas são para suavizar o espaço deixado até o final da ajuda emergencial. Assim, a economia e o comércio brasileiros, que estavam voltando gradualmente, podem não suportar mais essa falta de dinheiro no mercado.


Por isso, a equipe econômica do governo estuda antecipar o pagamento dos seguintes benefícios em 2021: 13º salário dos aposentados do INSS, FGTS e o abono PIS/PASEP. O 13º salário do segurado só seria pago em situação de calamidade pública.


Portanto, esse pagamento só seria liberado se houver um aumento adicional nos casos de contaminação do Covid-19 em 2021. Isso é esperado por especialistas em saúde que acreditam que o Brasil já vive a segunda onda da doença.



O outro benefício que está sendo analisado para antecipação é o abono salarial do PIS/Pasep. Este é destinado aos trabalhadores do setor público e privado.


O pagamento do FGTS seria o mesmo deste ano, devido à pandemia, pelo FGTS emergencial. Assim, outro saque de até um salário mínimo de até um salário mínimo seria liberado de contas ativas ou inativas para trabalhadores com saldo no Fundo.



Com essas medidas, se aprovadas, o país pode retomar o crescimento econômico de forma sustentável, sem criar novas dívidas e despesas, até o momento em que o Brasil possa imunizar toda a sua população com a vacinação.


O ministro da Economia, Paulo Guedes, não descartou a possibilidade de antecipar benefícios no próximo ano. Ele disse que esses benefícios fazem parte das ferramentas que o governo tem e que pode usar sem aderir ao teto de gastos.


Além disso, outra ação que pode ser adotada pelo governo é o adiamento da arrecadação de impostos em 2021. No entanto, segundo o ministro, é necessário avaliar o cenário após o fim do ano e o início do próximo ano.