Ministro da Economia Paulo Guedes Criará novo imposto para os brasileiros; Confira!

Imagem: Google

Na última quinta-feira (20), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que pretende criar um novo imposto sobre transações eletrônicas após as eleições.

Com isso, o novo sistema de pagamento, o PIX, poderia ter uma cobrança sobre as transações. A declaração ocorreu durante um fórum do Bradesco BBI.


A razão para não entrar em mais detalhes sobre a nova acusação seria por medo de que o assunto fosse explorado durante o período eleitoral. Neste fim de semana, acontecerá o segundo turno das eleições municipais.


"Depois das eleições, falamos novamente", diz ele. O ministro também evitou comparações com a Contribuição Financeira sobre Movimentação Financeira (CPMF).


Essa cobrança seria apenas em transações digitais. Assim, o sistema PIX, que foi lançado pelo Banco Central no dia 16 deste mês, teria uma cobrança por conta do possível imposto.


Embora o novo sistema seja um dos principais atingidos pelo novo imposto, outras empresas também teriam impacto na possível decisão. A ideia seria implementar taxas entre 0,10% e 0,20%.


Resistência ao imposto

Apesar da intenção de inserir essa cobrança em transações eletrônicas, o setor bancário parece ser contra o imposto. Se as taxas ocorrerem, os clientes do sistema de pagamento podem ser mais propensos a usar os recursos.


Em defesa, o ministro Paulo Guedes disse que os bancos não seriam diretamente afetados pela decisão. Além disso, ele alegou que o imposto faria com que outros impostos existentes fossem extintos, especialmente aqueles que se concentram na folha de pagamento.


Suporte do PIX

Apesar das incertezas sobre a possível cobrança em transações eletrônicas, o sistema PIX apresentou números consideráveis na primeira semana de uso. O Banco Central anunciou que, entre os dias 16 e 22, foram realizadas 12,2 milhões de transações. O volume financeiro transacionado foi de R$ 9,3 bilhões.


Em relação às chaves pix, ao considerar pessoas físicas e jurídicas, o número foi de 83,490 milhões. Sobre os usuários, são 36,635 milhões de pessoas físicas e 2,161 milhões de pessoas jurídicas.

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