Veja Quais as regras para receber o benefício Pensão por morte do INSS?


Os cidadãos brasileiros que contribuem para a Previdência Social têm o direito de deixar uma pensão para seus dependentes em caso de morte.
O valor da pensão por morte do INSS varia de acordo com o que foi recebido no trabalho e a situação do óbito.


A pensão por morte é paga pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a dependentes de um trabalhador que morreu ou teve sua morte declarada pela Justiça (desaparecimento). O benefício também é válido para quem se aposentou.


Para receber dependentes deve ser enquadrado em um dos requisitos:

Crianças até 21 anos ou vida em casos de incapacidade ou incapacidade;

Para um parceiro (a) em união estável, cônjuge divorciado ou legalmente separado que recebeu pensão alimentícia;

Os pais do segurado, caso não haja filhos ou parceiro (a), desde que comprovem a dependência financeira;

Irmãos, desde que não haja filhos, companheiro (a) e pais não estão mais vivos, desde que provem dependência econômica. Nesse caso, a pensão será paga até os 21 anos, exceto por invalidez ou invalidez.


Requisitos para ter a pensão por morte

Os dependentes dos segurados que foram aposentados recebem a pensão, porém, aqueles que não precisaram ter a qualidade de segurado na data do óbito ou estar dentro do prazo que garante a condição de segurado, mesmo sem contribuir.


Esse período é conhecido como "período de carência" e varia de três meses a três anos, de acordo com o tipo de segurado, o tempo de contribuição e se ele foi demitido. Por exemplo, se o trabalhador for demitido após dez anos de trabalho, o trabalhador ficará coberto por três anos, mesmo sem contribuir.


Quantidade de pensão por morte

Aposentados: 50% do valor da aposentadoria mais 10% para cada dependente, limitado a 100%.

Trabalhador que não se aposentou: cálculo de quanto seria a aposentadoria por invalidez, com o resultado é aplicada a mesma regra dos aposentados, ou seja, 50% desse valor mais 10% para cada dependente, limitado a 100%;

Morte por acidente de trabalho, auxílio-doença ou trabalho: os dependentes recebem 100% da média salarial do trabalhador.

Segundo o INSS, o benefício pago não pode ser inferior a um salário mínimo (R$ 1.045) ou superior ao teto previdenciário (R$ 6.101,06).