Nova plataforma PIX: semana com 24,8 milhões de chaves cadastradas.


O número cresceu rápido. Em 5 de outubro, primeiro dia de inscrição, foram registradas 3,5 milhões de chaves Pix, número que o BC considerou um sucesso. No segundo dia, o número foi registrado na marca de 10 milhões. Na quarta-feira (7), 16,6 milhões e na quinta-feira (8), 21,1 milhões.  


Cada indivíduo tem a possibilidade de ter até cinco chaves por conta da qual é titular. Uma pessoa jurídica, por outro lado, tem um limite de 20 chaves.


O cadastro pode ser feito quando o titular da conta quiser, mesmo após a liberação do pix. Esses primeiros dias são apenas para o início da inscrição. A chave não será necessária para utilizar o sistema, mas o Banco Central recomenda que o cadastro seja feito para facilitar o uso pelos usuários.


Na avaliação do economista-chefe do BMG Gilmar Lima, o resultado de 24,8 milhões na primeira semana mostra que o sistema foi bem recebido, principalmente por ser gratuito para pessoas físicas e funciona 24 horas por dia. "Esta é a primeira grande medida tecnológica da agenda do Banco Central e para mim e para quem falei, meus pares, o sucesso do país é inegável", disse Lima.


Informações do Pix

A chave Pix é o ID do cliente na ferramenta. Seu objetivo é agilizar todo o processo de pagamentos e transferências, exigindo menos dados de quem receberá os recursos.


Atualmente, em relação ao TED, são necessárias informações como agência, conta, cpf e nome do beneficiário. A Pix solicita apenas um dos seguintes dados: CPF ou CNPJ, e-mail, número de celular ou chave aleatória alfanumérica.


O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, diz que o número de acessos parece ser um sucesso. Para ele, os brasileiros têm o hábito de receber bem as mudanças tecnológicas porque têm uma população, economia e um sistema monetário jovem.


"Temos que entender essa mudança no comportamento da sociedade, não só da sociedade brasileira, mas também da sociedade global, que é exatamente essa relação com a mobilidade digital, ou seja, serviços via celular. Há uma coisa em particular que os brasileiros podem se adaptar muito rapidamente aos sistemas de tecnologia, uma questão de celular principalmente, basta ver o que temos que transferir pelo celular, pela internet", apontou Alex Agostini.


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