O financiamento da renda dos cidadãos está causando problemas no governo, Entenda.

 


(Imagem: Reprodução/Google)

 
As medidas que o governo tomou para apoiar o novo programa social do país, conhecido como Renda Cidadã, tiveram um impacto negativo nos mercados financeiros e na política.


Como resultado, consultores próximos ao presidente Jair Bolsonaro começaram a defender a mudança no programa.


A primeira pontuação da Renda Cidadã foi apresentada segunda-feira, após reunião entre presidente, ministros e lideranças parlamentares.


Pouco depois, o dólar atingiu R $ 5,63, apesar do desempenho do banco central. O Risco Brasil subiu 70 pontos à tarde.


A proposta é a aplicação de recursos destinados a precatórios, despesa obrigatória para financiamento de novos projetos sociais. De acordo com um economista que estuda áreas econômicas do governo, o medo é o governo. "Entre na era da pedalada" A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou memorando indicando que o diferimento das despesas médicas é inconstitucional. As equipes econômicas se deparam com duas opções.


Os recursos virão da rolagem da infraestrutura ou a proposta de Emenda Constitucional (PEC) colocará o novo programa 70 bilhões de rúpias fora do teto de gastos.


A equipe econômica liderou outras opções, como cancelamento e indexação do salário mínimo, rescisão de seguros fechados e gratificação em folha de pagamento.

Essas idéias não foram adotadas porque eram impopulares e não passariam pelo parlamento.


Segundo o senador Márcio Bittar (MDB-AC), o relator de emergência do PEC, que incluiria receitas públicas, não teve outra escolha. O ministro Paulo Guedes concordou com a escolha.


O repórter pretende apresentar a nova mensagem na quarta-feira. Mas, por enquanto, a mensagem foi adiada para levantar fundos e encontrar outra fonte de financiamento aceitável para o mercado.


O novo programa deve expandir o Bolsa Família, criado sob a gestão do PT e atendendo a 14 milhões de famílias a um custo anual de 32 bilhões.


A apresentação do programa ocorre dias depois de o presidente negar que aceitaria dinheiro dos brasileiros mais pobres para dar aos Poperimos e barrar a discussão do programa, contando aos que defendiam a proposta. Esta categoria merece um "cartão vermelho".



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